Comportamentos de risco e suicídio é tema de palestra em Acari

Por iniciativa do Vereador Girlene Edson, em parceria com a Diocese de Caicó e a Paróquia de Nossa Senhora da Guia, aconteceu na tarde desta segunda-feira (22) no Centro Paroquial em Acari uma palestra com o tema: “Comportamentos de risco e suicídio na infância e adolescência: o papel das redes sociais, causas e medidas protetoras”. O evento contou com a presença professores, funcionário da rede de assistência social, profissionais da saúde, estudantes e comunidade acariense em geral.
A palestra foi ministrada por Daiane Muriele (psicóloga da Cáritas) e Padre Fabiano (Pároco de Acari) e teve como objetivo a conscientização para a prevenção do suicídio, alertar a população a respeito da realidade e mostrar suas formas de prevenção.

Governo Temer reduz verba da Polícia Federal e gera suspeita de interferência na Lava Jato

Quando foi deflagrada a operação Lava Jato, em 2014, a equipe da Polícia Federal que atuava em Curitiba contava com nove delegados federais, que faziam parte de um efetivo de quase 60 policiais. Hoje, apenas quatro delegados seguem atuando nos casos, responsáveis por cerca de 180 inquéritos em andamento.

A redução não ocorreu somente no quadro da força-tarefa no Paraná, Brasília e Rio de Janeiro também sentiram. O motivo foi a redução de verbas da PF, em consequência do corte geral dos gastos da União.

De acordo com informações do blog de Fausto Macedo, no Estadão, a previsão do Orçamento da União de 2017 para o Ministério da Justiça é de R$ 13 bilhões, sendo R$ 6 bilhões para a Polícia Federal – R$ 4,7 bilhões destinados ao pessoal e R$ 1 bilhão ao custeio. O corte de 44% é o mais expressivo, desde que a força-tarefa teve início.

A situação é motivo de preocupação para os membros da Lava Jato, que temem o enfraquecimento das ações. “Será o fim da Lava Jato”, afirmou um dos membros da força-tarefa, em Curitiba, pedindo anonimato.

Um reflexo dessa redução já pode ser sentido no que se refere às operações ostensivas. Com 40 fases de buscas e prisões desencadeadas nesses três anos de escândalo, as últimas operações foram realizadas por iniciativa do Ministério Público Federal.

“O investimento já é quase zero. O custeio é para movimentar a máquina. Vai paralisar as atividades. Em um orçamento que já é pequeno, cortar 44%, vai parar”, afirma o presidente da Associação dos Delegados da Polícia Federal (ADPF), Carlos Eduardo Sobral.

“O contingenciamento é sempre uma espada no nosso pescoço, que o governo pode usar a qualquer tempo, e com isso, paralisar as nossas atividades, em razão da nossa falta de autonomia orçamentária financeira”, completa.

A notícia de cortes tem deixado os procuradores da Lava Jato em alerta. Muitos consideram que as medidas caracterizam interferência direta do governo Temer para tentar frear as investigações.

“No ano passado foi a vez do PT manifestar que tinha interesses de fazer pressão para interferir na Polícia Federal. Nós temos agora o presidente do PSDB, ou seja a cúpula do mundo político partidário, manifestando que tem interesse em nomear ministro da Justiça para interferir na Polícia Federal. Para mim, está mais claro e cristalino que há uma ameaça real de interferência”, avaliou Sobral, da ADPF. “Nós vamos lutando, mas a vontade de interferir está latente, não é isolada e vem do alto escalão da política”, afirmou.

OAB decide entrar com pedido de impeachment do Presidente Temer

Depois de mais de sete horas de reunião, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) decidiu, por 25 a 1, aprovar o relatório que recomenda que a entidade ingresse com um pedido de impeachment contra o presidente Michel Temer.

O relatório foi elaborado por uma comissão formada por seis conselheiros federais e concluiu: “as condutas do presidente da República, constantes de inquérito do STF, é possível afirmar que atentam contra o artigo 85 da Constituição e podem dar ensejo para pedido de abertura de processo de impeachment”.

De acordo com “O Globo”, o pedido será protocolado na Câmara dos Deputados.

Por que Michel Temer precisa sair

Pouco – se algo – resta ao presidente Michel Temer. Para todos os fins práticos, seu governo acabou. O Congresso não passará reformas, a economia não sairá do atoleiro, e as ruas não ficarão quietas enquanto a crise política não estiver resolvida. A cada dia que prolongar sua própria agonia, Temer só contribuirá para a ruína do país.

Ninguém lhe nega o direito de se defender das acusações. Ele pode argumentar que houve uma conspiração, que as gravações foram cortadas, adulteradas ou o que o valha. Pode se sentir vítima de uma injustiça e bradar sua inocência. Mas essa é uma questão a ser decidida nos tribunais. O país não pode esperar parado, ante a indecisão de mais um julgamento provocado pela teimosia.

Temer tem personalidade distinta de Dilma Rousseff. Sempre foi um político mais hábil, capaz de ler com inteligência as condições do gramado antes de entrar em campo. Ele sabe que não tem chance de sobrevivência política. Se resistir em nome de sua versão mirabolante para os fatos, pode adiar a queda, mas não a evitará. Tornará apenas mais alto o preço que o país tem a pagar, enquanto assiste atônito aos estertores de seu governo.

O principal argumento de Temer para defender sua permanência no governo nem é criminal – é a noção de que, sem ele, as reformas econômicas sairão dos trilhos. Há duas falácias nesse argumento. A primeira, óbvia, é que já saíram – e com ele. É patente sua cumplicidade e inação recorrente diante das pútridas práticas políticas de Brasília. Enquanto ele estiver lá, não haverá reformas, repito – para parafrase-á-lo –, não haverá reformas.

A segunda falácia é mais insidiosa, pois sustenta paradoxalmente a visão oposicionista, propagada sobretudo por petistas, segundo a qual as reformas econômicas são apenas uma trama maligna de uma “elite malvada” para expropriar direitos do “povo bonzinho”. Não são.

A necessidade de reformar o Estado brasileiro – e de acabar com os privilégios embutidos nas legislações trabalhista, previdenciária e tributária – é maior que Temer, maior que Meirelles e maior que qualquer governo. É uma necessidade do Brasil. Enquanto o país não enfrentar seu maior desafio, tal necessidade persistirá quem quer que seja este ou o próximo presidente.

Temer foi perspicaz o bastante para perceber a oportunidade política que existe em tentar atendê-la. Mas não para perceber que o clamor por mudança no Brasil é bem mais profundo, embora talvez demore a chegar aos ouvidos de quem respira apenas o ar rarefeito dos gabinetes de Brasília.

Para nossa felicidade, o país atravessa uma crise política histórica com um arcabouço institucional sólido, capaz de – para empregar a expressão cara ao compadre Joesley Batista – dar conta de todos os desafios que têm sido apresentados. Basta seguir à risca o que está na Constituição. Julgar quem precisa ser julgado, condenar quem precisa ser condenado e prender quem precisa ser preso – sem reservas nem exceções.

O Congresso tem plena condição de pôr em marcha a eleição indireta, necessária para o cumprimento deste mandato. E também de, vencida a crise com a saída de Temer, aprovar as reformas necessárias para destravar o crescimento econômico. O país não pode ficar parado aguardando o desfecho de um caso policial. Temer é inteligente o bastante para saber disso. Precisa sair da frente e deixar o Brasil andar.

Em Brasília, Vereadores e Prefeito participam de audiência no DNOCS e garantem recurso para conclusão da adutora

Os vereadores Felipe Dantas Bezerra, José Rivaldo Lima, Marineide Alves, juntamente com o prefeito Isaias Cabral, aproveitaram a viagem até Brasília e participaram de uma audiência no Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS). Na pauta, a conclusão da adutora de engate rápido Currais Novos/Acari.

Reunidos com o diretor geral administrativo do DNOCS, Gustavo Henrique de Medeiros, receberam a confirmação de que será garantida a liberação para conclusão da adutora engate rápido Currais Novos/Acari no valor de R$ 1,2 milhão.

Última sangria do Gargalheiras aconteceu há exatos 6 anos

Era o dia 19 de maio de 2011, há exatos 6 anos, quando às 8h o açude Marechal Dutra, o Gargalheiras de Acari sangrava pela última vez, trazendo muita alegria para os acarienses e seridoenses.

Destaque também para palavra “Gargalheiras” que esteve entre os dez tópicos mais comentados do Twitter no Brasil (Trending Topics – TT Brasil)

Michel Temer diz em pronunciamento que não teme delação e que não renunciará

O presidente Michel Temer afirmou na tarde desta quinta-feira (18) no Palácio do Planalto que não teme delação e que não renunciará.

Ele fez um pronunciamento motivado pela delação premiada dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS. As delações já foram homologadas pelo Supremo Tribunal Federal.

“No Supremo, mostrarei que não tenho nenhum envolvimento com esses fatos. Não renunciarei, sei o que fiz e sei a correção dos meus atos. Exijo investigação plena para o esclarecimento ao povo brasileiro”.

Relator da Lava Jato manda afastar Aécio do mandato de senador e envia ao plenário do STF pedido de prisão

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), mandou afastar o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), do mandato de senador. O magistrado, no entanto, negou o pedido apresentado da Procuradoria Geral da República (PGR) para prender o parlamentar tucano.

No despacho, conforme apurou a TV Globo, Fachin decidiu submeter ao plenário do Supremo o pedido de prisão de Aécio solicitado pela PGR.

Em Brasília, Vereadores e Prefeito participam de audiência na sede do Banco do Brasil

Os vereadores Felipe Dantas Bezerra, José Rivaldo Lima (Bada) e Marineide Alves, acompanhados do Prefeito Isaias Cabral, participaram nesta quarta-feira (17) em Brasília de uma audiência na sede do Banco do Brasil.

O objetivo foi articular o mais breve retorno às atividades do Banco do Brasil em Acari, cuja agência sofreu um ataque no mês de dezembro e atualmente está com seu atendimento parcial, sem a possibilidade da realização de saques e depósitos não são realizados. Com isso os clientes tem se deslocado para municípios vizinhos.

De acordo com informações repassadas na audiência, os procedimentos para a reestruturação da agência já foram iniciados. A realização de uma licitação para aquisição do cofre será o próximo passo dado. Como medida de segurança será instalado um cofre inteligente.

A previsão dada aos Vereadores e Prefeito para a reabertura e normalização dos serviços do Banco do Brasil de Acari é de 06 meses.

Por questões de problemas de saúde, o presidente da Câmara Municipal, Ari Bezerra, não pôde participar da audiência.

BOMBA ATÔMICA! Dono da JBS grava Temer dando aval para compra de silêncio Cunha

Na tarde de quarta-feira passada, Joesley Batista e o seu irmão Wesley entraram apressados no Supremo Tribunal Federal (STF) e seguiram direto para o gabinete do ministro Edson Fachin. Os donos da JBS, a maior produtora de proteína animal do planeta, estavam acompanhados de mais cinco pessoas, todas da empresa. Foram lá para o ato final de uma bomba atômica que explodirá sobre o país — a delação premiada que fizeram, com poder de destruição igual ou maior que a da Odebrecht. Diante de Fachin, a quem cabe homologar a delação, os sete presentes ao encontro confirmaram: tudo o que contaram à Procuradoria-Geral da República (PGR) em abril foi por livre e espontânea vontade, sem coação.

É uma delação como jamais foi feita na Lava-Jato: Nela, o presidente Michel Temer foi gravado em um diálogo embaraçoso. Diante de Joesley, Temer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Posteriormente, Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. Temer também ouviu do empresário que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer incentivou: “Tem que manter isso, viu?”.